O Buquê


25 de Agosto, 2008 | Autor: alessandro | Arquivado em: Flores & Amores

 

O Buquê

Lembro-me como se fosse ontem, estava em minha mesa de trabalho navegando pela internet numa quinta-feira. Era vinte e sete de julho. Eu procurava algo para presentear minha esposa, pois completaríamos cinco anos de casados no dia seguinte. Pensei em cd,  livro e tantos outros presentes, mas nada chegaria a tempo e muito menos causaria surpresa. Foi então que digitei no buscador de um site: “flores”. Encontrei a Uniflores.com, visualizei lindos arranjos de orquídeas, gérberas e muitos outros. Daí foram surgindo dúvidas, um mais belo que o outro. Encontrei um lindo arranjo com cento e uma rosas, chamava-se buquê supreme. Já se  passavam das cinco da tarde. Entrei no chat Uniflores, indaguei como poderia agendar a entrega num horário exato para o outro dia. Fui informado da entrega com hora marcada, onde disponibilizariam somente um entregador para minha encomenda, achei ótimo. Agendei para às oito e meia da manhã, para a cidade de São Paulo. Realizei a compra pelo próprio site, informei meus dados, cartão de crédito. Tudo bem simples, fiquei tranquilo e empolgado e além do buquê adicionei uma caixa de bombons. Fui embora do trabalho já imaginando como seria a manhã seguinte, ansioso porque minha esposa vai para o trabalho as nove da manhã. Não poderia haver falha.

Cheguei um pouco mais das sete da noite em casa, e fui surpreendido por um bilhete na geladeira. “Carlos, minha irmã acabou de ligar de Londrina avisando que a saúde de minha mãe não está nada boa. Me ligue assim que chegar, fui para o aeroporto. Tentei te ligar, mas você, como sempre, esqueceu seu celular em casa. Não se preocupe e me ligue!”. Corri para o telefone, mas o celular de minha esposa Anelise, deu caixa postal. Liguei para a casa de minha sogra, consegui falar com a irmã de Anelise. Ela me disse que não era nada grave, fiquei um pouco mais tranquilo. Depois de uma hora Anelise ligou. Avisou que sua mãe estava um pouco melhor, mas ia ficar por lá até o fim da tarde do outro dia. Desliguei o telefone e entrei novamente em desespero quando lembrei do buquê. Liguei para a Uniflores, afobado solicitei o cancelamento do pedido. A atendente pediu o motivo, quando expliquei toda a confusão ela informou que poderia mudar o endereço de entrega para Londrina-PR, e no mesmo horário. Surpreso, autorizei a mudança, a atendente me ajudou encontrar o cep correto, alguns detalhes. Indiquei o endereço do hospital e inclui um arranjo para minha sogra.   

No outro dia quando cheguei ao trabalho, continuava ansioso. O ponteiro de meu relógio já apontava dez da manhã. Abri minha caixa de e-mail, recebi as confirmações que minha encomenda havia chegado. Mal acabei de ler e o ramal tocou. Era minha esposa, emocionada, pedindo desculpas porque no meio da confusão toda tinha se esquecido de nosso aniversário de casamento. Agradeceu muito, disse que me amava, que era o melhor marido do mundo. Foi um dos mais emocionantes momentos de minha vida. Enfim, parabéns equipe Uniflores, mesmo. Adorei o trabalho profissional de vocês!

Salientamos que qualquer semelhança é mera coincidência;

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Semente do mês de Agosto: Albizia


19 de Agosto, 2008 | Autor: Belinha, a abelha... | Arquivado em: Campanha: plante uma árvore

Quem recebe flores da Uniflores agora recebe também (na maioria das cidades) um envelope de sementes para podermos retribuir à natureza as flores que ela nos oferece. Leia mais em: http://www.uniflores.com.br/blog/index.php?p=52

A Albizia, semente deste mês de Agosto, também conhecida por Mimosa, é uma árvore que teve sua origem em continentes como Ásia, África e Austrália. Suas belas flores, somado com sua agradável fragrância e seu rápido desenvolvimento, é o que o que faz a diferença da semente que estamos enviando este mês.

Para o seu desenvolvimento é necessário que se regue regularmente e que seja exposta ao sol.

Para ver algumas fotos dela, acesse: http://www.flickr.com/groups/mimosa/

Plante!


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A ORIGEM DAS FLORES


11 de Agosto, 2008 | Autor: Belinha, a abelha... | Arquivado em: Flores

 

Quem nunca se encantou com a perfeição de formas e cores de uma orquídea, tulipa, dália, agapanto, rosa e violeta? Flores das mais sofisticadas e vistosas às mais simples e pequeninas, não importa, sempre enfeitam e alegram qualquer paisagem. Porém, não foi para os olhos humanos que a natureza desenvolveu e aprimorou esta fonte de inspiração. Na verdade, as primeiras flores (parecidas com as magnólias) surgiram bem antes do aparecimento do homem na Terra. Segundo uma das teorias evolutivas existentes, as flores surgiram no Cretáceo, há 135 - 65 milhões de anos, em um período em que insetos primitivos, como os besouros, comiam e/ou danificavam os óvulos (gametas femininos) que ficavam expostos nos cones hermafroditos de extintas gimnospermas. Dessa forma, ocorreram diversas pressões seletivas sobre essas plantas, que levaram ao aparecimento de uma estrutura com a função de encerrar os gametas no seu interior. Essa nova estrutura, chamada de ovário, protege os gametas femininos e não impede, no momento propício, que ocorra a fertilização (união dos gametas masculino e feminino). A partir da fertilização ocorre o desenvolvimento da semente contendo o embrião da futura planta e conseqüente perpetuação da espécie. A flor é, portanto, o órgão de reprodução vegetal. Mas, e a polinização? A polinização, ou seja, a transferência do pólen para a parte feminina, era feita pelo vento, o grande disseminador das gimnospermas. Esse pólen não encontrava barreiras para atingir o óvulo, pois este ficava exposto ao ambiente. Acontece que, a partir do seu encerramento no ovário, houve a necessidade da intervenção de outros agentes, que não somente o vento, para efetuarem o transporte de forma efetiva: os agentes polinizadores. E como chamar a atenção desses agentes? Quem seriam esses polinizadores? Como vencer as competições entre si e garantir a constância de suas visitas? Tornava-se necessário, então, oferecer ao animal (insetos, inicialmente) recursos energéticos, ou seja, alimento, mantendo assim suas visitas freqüentes e, da mesma forma, criar uma interdependência. Dessa maneira, a diversidade que observamos nas cores das pétalas (amarelas, azuis, vermelhas, brancas), no odor (suave, fortemente adocicado ou acre), na produção de grandes quantidades de pólen e néctar (que são os alimentos procurados pelos agentes polinizadores), na forma da flor (radial, tubular, afunilada), no período do dia ou da noite em que ocorre a abertura da flor, constituem um conjunto de atrativos florais e adaptações que são reconhecidos pelos polinizadores, oriundos de um processo de co-evolução gradual, ao longo do tempo, entre plantas e animais.Considerando que muitas espécies vegetais podem apresentar especificidades quanto ao polinizador, tornam-se fascinantes e de grande importância científica as pesquisas no campo da ecologia da polinização, cujo número de trabalhos vem aumentando significativamente nas últimas décadas. Eles nos revelam esse notável mundo da reprodução vegetal e nos torna conscientes dessa rede de interdependência que existe e que deve ser preservada, pela própria manutenção da biodiversidade e qualidade de vida de todos nós. De qualquer maneira, mesmo não sendo nós os responsáveis pelo aparecimento das flores na Terra, seremos seus eternos admiradores, com o compromisso de garantirmos sua conservação em nosso meio e de todas as inter-relações que as acompanham. Flores... * texto de Alexandra Gobatto, que é bióloga, Mestre e Doutora em Botânica pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP, Rio Claro), área de biologia reprodutiva vegetal. Atualmente trabalha no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no Núcleo de Educação Ambiental. E-mail: agobatto@jbrj.gov.br


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Orquídeas Mês a Mês- parte 7


07 de Agosto, 2008 | Autor: Augusto Aki | Arquivado em: Curiosidades, Dicas, Flores

 Não é difícil ter belas orquídeas floridas o ano inteiro. Existem espécies diferentes que desabrocham todo mês, de janeiro a dezembro. Experimente o prazer de cultivar e admirar estas preciosidades. Para dar inicio a este prazeroso hobby, você pode obter informações com botânicos, orquidófilos ou ainda por meio de literatura, que é das mais vastas da área de jardinagem. Não há uma receita infalível que garanta o sucesso do cultivo de uma orquídea. Mas algumas dicas possibilitam que estas maravilhas da natureza cresçam mais saudáveis e vistosas. Tão logo você comece a perceber as características e preferências de cada uma, verá que sua dedicação será recompensada com floradas exuberantes. As orquídeas fazem parte de uma família que abrange cerca de 25 mil variedades, sendo a Cattleya, que reúne muitas espécies encontradas no Brasil, um dos gêneros mais cultivados no mundo inteiro. O Catasetum também é um gênero numeroso e chama muito a atenção por suas flores bizarras, mas não é facilmente encontrado no comercio. Normalmente são os colecionadores e orquidófilos que as cultivam. 

A espécie Purpurata, do gênero Laelia, também muito popular no Brasil, reúne em torno de 10 espécies classificadas mundialmente, até porque a maioria delas é encontrada aqui. Algumas plantas do gênero Vanda, Epidendrum e Miltônia também crescem no País, bem como os conhecidos asiáticos Cymbium, Coelogyne, Phalaenopsis, Dendrobium, Paphiopedilum e o sul-americano Oncidium. A seguir, você vai saber algumas espécies que florescem em cada mês do ano.

 

Augusto Aki-Colunista Floral

 

Augusto Aki - Colunista Floral

 


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