A vocês, que nos deram a vida e nos ensinaram a vivê-la com dignidade, não bastaria um obrigado.
A vocês, que iluminaram os caminhos obscuros com afeto e dedicação para que os trilhássemos sem medo e cheios de esperanças, não bastaria um muito obrigado.
A vocês, que se doaram inteiros e renunciaram aos seus sonhos, para que, muitas vezes, pudéssemos realizar os nossos. Pela longa espera e compreensão durante nossas longas viagens, não bastaria um muitíssimo obrigado.
A vocês, pais por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não temos palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que nos acontece agora, quando procuramos arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar. Uma emoção que jamais seria traduzida por palavras.
Amamos vocês!
Autor desconhecido
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A origem do Dia dos Pais
Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washington, Estados Unidos,e também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais.
No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família,mas como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Fonte: http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/texto034.shtml
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Dia das Vovós
Comemora-se o Dia das Vovós em 26 de julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. No século I A.C. conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.
O papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes. As avós são também chamadas de "segunda mãe", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.
Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.
Aproveite esta data para mandar uma mensagem de carinho aos queridos vovô e vovó e dizer o quanto você lembra deles.
http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diaavo7.html
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DIA DA AVÓ
Claudia Kiewel
Dia 26 de julho, celebra-se o dia da avó. E, a que geralmente habita nosso imaginário é uma senhora idosa; de óculos, cabelos brancos presos em coque; usando um vestido de gola e botões grandes, de cor indefinida e para terminar de pintar este quadro, sentada em uma cadeira de balanço tricotando. Mas, essa avó habita apenas o nosso imaginário. A que vemos, convivemos e que nos rodeia no trabalho, no lazer, enfim, no cotidiano, nada parece com a descrita. A atual avó, cuida do corpo, da alma.
Quando pensa em se aposentar não é para ficar "aposentada", mas sim para iniciar novas ou outras atividades. São independentes, viajam, aprendem idiomas, namoram e permitem-se serem elas mesmas. Enfrentam preconceitos e continuamente conquistam espaços.
A depressão até pode tentá-las, mas a perpassam ou aprendem a lidar com ela. Quando os sinais dessa doença começam a se manifestar, a vovó programa café com amigas, vai dançar ou caminhar no parque.
A lista de coisas agradáveis que ela pode inventar e reinventar para sua vida é longa e intensa. Exemplos não faltam, basta olhar em sua volta, folhar um jornal, revista impressa ou eletrônica, aliás tem avós que habitam a ciberealidade como transitam em sua casa. Mesmo não sendo, parecem balzaquianas.
Não se entregam, tem consciência que entre lastimar o tempo que passa e viver a vida da melhor maneira possível é apenas uma questão de ponto de vista, de escolha. Portanto, se num momento aparentemente a vida não tem sentido elas dão um sentido a ela. Mas, se você é uma daquelas vovós que acreditam e se justificam dizendo "falar é fácil, quero ver alguém fazer", ou pior, se acha velha aos 50 anos, que tal se inspirar lendo uma história de amor vivida por pessoas de sua ou mais idade, como no romance Solstício de Verão, de Rosamunde Pilcher, publicado quando a autora tinha 76 anos.
Não gosta de romances? Suspense? A velha senhora de Georges Simenon ou Memento mori da escritora escocesa Muriel Spark. No entanto, se quiser algo mais curto, há um conto imperdível de Stanilsaw Ponte Preta, chama-se A velha contrabandista.
É estimulante para iniciar leituras engraçadas do mundo das avós. Aventurar-se a ler um desses títulos, é uma viagem extasiante de coragem, surpresas; de aventura, humor e graça. De graça! Há outros, muitos outros, como os bonitos livros de Anselmo Grün, entre eles "A sublime arte de envelhecer" ou o irreverente "Veia bailarina " do brasileiríssimo Ignácio de Loyola Brandão.
Ah! você literalmente não gosta de ler. Então! Estamos em julho, é inverno. Está frio, chovendo ou ventando. Encoraje-se. Que tal um cineminha? Para contrastar com o tempo, talvez algo como As Confissões de Schmidt, Melhor impossível, os dois com Jack Nicholson ou ainda o consagrado Conduzindo Miss Daisy.
Tenho certeza que você pode ampliar bastante essa lista e enriquecê-la com amigos ou melhor, assisti-los juntos, tendo emoções simples e belas como a própria vida pode ser. Tanto os livros como os filmes mostram faces da vida para os privilegiados que alcançaram essa fase da vida.
Portanto, parabéns vovós que tem atitudes positivas diante dos desafios que surgem diariamente. Assim exemplificam que a vida pode ser bela em qualquer tempo e que ela também depende sobretudo do olhar que temos diante da passagem do tempo. Alguém poderia perguntar e os avôs? Bem, deixarei que alguém advoge por eles. Para finalizar, jovens com mais de meio século de existência, segundo historiadores ? eu entre eles -, pertencem ao grupo etário mais privilegiado da história humana. Mas, isto é uma outra questão.
Claudia Kiewel Historiadora e cronista
Fonte:http://www.mundomulher.com.br/?pg=17&sec=28&sub=29&idtexto=8047&keys=DIA+DA+AVO+por+Claudia+Kiewel+
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O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, a data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro, que se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do Universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes e declaram sua amizade umas as outras.
"Amigo é coisa para se guardar, do lado esquerdo do peito, debaixo de sete chaves, dentro do coração...", ensina Milton Nascimento.
Segundo o Dicionário Aurélio, amizade é um sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual.
Amigos são importantes na vida de qualquer pessoa. São eles que riem conosco na alegria e nos consolam na tristeza. Elogiam nossos acertos e não têm medo de criticar nossos erros. O bom amigo está ao nosso lado não na hora boa ou ruim, mas na hora certa. São pessoas a quem queremos muito bem e com as quais esperamos dividir muitos momentos na vida. E sempre foi assim, amigos sempre fizeram a diferença na vida do ser humano.
Fonte:http://pedagogiccos.blogspot.com/2009/07/origem-do-dia-do-amigo.html
http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/pwdtcomemorativas/default.php?reg=5&p_secao=15
A Origem da Amizade - Como agradar meus amigos
Texto de Flávio Gikovate
Venho ensaiando escrever sobre a amizade há pelo menos vinte anos, sem coragem de dar seguimento a esse antigo projeto. Percebi que se trata da mais bem-sucedida forma de interação entre as pessoas, de uma fonte de prazeres e alegrias enormes e geradora de tensões e elementos negativos mínimos.
A primeira questão – e, talvez, a mais importante – está relacionada à seguinte dúvida: seria a amizade uma versão adulta e sofisticada do amor, ou um fenômeno inteiramente diferente?
Como regra, achamos interessantes aquelas pessoas que desenvolvem maneiras de ser e de racionar sobre todos os assuntos similares às nossas em muitos aspectos. Não só achamos graça como nos sentimos muito próximos delas. Aqui, a sensação de integração não se origina de um processo físico, como acontece no amor – ou mesmo na integração com a pátria ou com o universo. Ela deriva de uma intimidade intelectual, de afinidades na maneira de pensar e de sentir a vida.
Nas amizades, a ponte que permite que duas criaturas individuais e solitárias se sintam integradas surge graças à facilidade com que elas se comunicam. É extraordinário o prazer que sentimos quando temos a impressão de que aquilo que o outro está entendendo corresponde exatamente ao que estamos dizendo. Temos a impressão de não estarmos sós neste mundo. O prazer que experimentamos ao conversar com nossos amigos – definidos assim de modo rigoroso, sem nada a ver com os diversos conhecidos que temos – é enorme; não raramente maior do que o que sentimos ao conversar com nossos parentes e com o nosso objeto de amor que, como disse, corresponde a uma escolha mais relacionada com outros processos.
Como as amizades referem-se a processos essencialmente adultos, não são contaminadas, a não ser de modo muito superficial, pelas penosas emoções possessivas e ciumentas. Podemos ter mais de um amigo íntimo. Gostar de um não significa deixar de gostar do outro. O respeito pelos direitos individuais e pelo modo de ser do amigo é a tônica. A inveja, quando existe, está sob controle, pois, mais do que tudo, queremos que nossos amigos prosperem; não tememos que isso nos afaste deles, como costuma acontecer nas relações amorosas, em que o progresso do amado é sempre uma enorme ameaça à estabilidade da relação.
A amizade é fenômeno essencialmente intelectual. Pode perfeitamente existir entre pessoas que não tenham interesse sexual um pelo outro. Ela é até mesmo mais comum entre pessoas do mesmo sexo, em que as afinidades mentais, talvez, sejam mais comuns. Agora, por puro preconceito, mesmo nos tempos atuais, em que o erotismo tende a se expressar de modo mais livre, não pensamos em intimidades sexuais entre amigos. Da mesma forma, é fácil imaginar que as relações que se iniciam como amizade podem evoluir para um namoro ou mesmo para um casamento. A idéia de que o amor é coisa muito mais rica do que a amizade é, a meu ver, antiga. Afinidades intelectuais e semelhanças de gostos e interesses terão de ser parte essencial de todos os relacionamentos mais íntimos.
Fonte: Artigo de Flávio Gikovate, publicado no endereço: http://www.flaviogikovate.com.br
http://www.sitedecuriosidades.com/ver/qual_e_a_origem_da_amizade.html
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