Vaso Cores do Amor*
Um mix de lindas e coloridas flores como rosas, astroemélias, lisianthus, margaridas e delicadas folhagens em um vaso acrílico vermelho. Uma novidade apaixonante para presentear.
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Flores no Inverno
Nossos jardins, principalmente nas regiões mais ao sul do Brasil, onde o clima é mais ameno, podem ser enriquecidos com a introdução de plantas herbáceas floríferas de ciclo curto ou anuais. E isto pode ocorrer em especial no inverno.
Para isso, precisamos nos preparar desde os meses de abril e maio. Isto porque, entre a sementeira e o início da floração são necessários um mínimo de 60 dias. É possível ter uma exuberante floração em pleno inverno, mesmo em locais muito frios e sujeitos a geadas.
Um pouco de Clima
O inverno do hemisfério norte é chamado de inverno boreal, e o do hemisfério sul é chamado de inverno austral. O inverno boreal tem início com o solstício de inverno no hemisfério norte, que ocorre por volta de 21 de dezembro, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 21 de março nesse mesmo hemisfério. O inverno austral tem início com o solstício de inverno no hemisfério sul, que ocorre por volta de 21 de junho, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 23 de Setembro nesse mesmo hemisfério.
Engloba parte dos meses de Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março no hemisfério norte, e Junho, Julho, Agosto e Setembro no hemisfério sul. Acontece porque os raios solares incidem praticamente perpendicularmente no hemisfério onde acontece o verão e conseqüentemente, tem uma incidência tangencial no hemisfério oposto.
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Não há dúvidas de que as plantas dão vida e tornam o ambiente mais bonito e acolhedor. Há quem defenda a idéia de que as plantas dentro de casa trazem benefícios à saúde. O engenheiro agrônomo Ingo André Haberle é um deles. Ele ressalta que as plantas, além de acalmar as pessoas, conforme os preceitos da cromoterapia, que aponta o verde e o azul como cores tranqüilizantes, também são capazes de purificar o ambiente, retirando os gases e poluentes nocivos à saúde. E mais: para muitas pessoas, o cuidado diário com as plantas pode significar uma tarefa prazerosa e terapêutica. Entre as belezas naturais recomendadas pelo agrônomo para ser cultivadas dentro de casa estão às orquídeas, as bromélias, as palmeiras (ráfia, chamaeodorea, areca-bambu), a costela-de-adão, jibóia, pleomele verde e zâmia. Em geral, são plantas que não necessitam de muita luz e de água. Devem ser regadas uma vez por semana.
As plantas têm o poder de neutralizar o efeito dos gases tóxicos encontrados em ambientes fechados porque os absorvem e os transformam em nutrientes. Num lar, onde todos saem para trabalhar e as janelas ficam fechadas, as plantas são excelentes para purificar o ambiente - afirma Haberle, da Trapiflora, que realiza palestras em entidades como o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea - RJ).
Ele destaca que as plantas também têm ainda o poder de aumentar a umidade relativa do ar, especialmente em ambientes onde há aparelhos de ar-condicionado. Haberle também diz que é mito a idéia de não se ter planta nos quartos devido a uma possível disputa por oxigênio durante a noite. A única ressalva que Haberle faz é referente ao uso adequado do adubo.
É bom evitar plantas com adubo feito de esterco, porque a celulose gera fungos, podendo provocar as crises alérgicas. Dê preferência aos vasos com adubo feito de casca de árvores. Hoje boa parte das floriculturas trabalha com esse tipo de produto, reforça o engenheiro.
Para o médico José Laerte Boechat, mestre em alergia e imunologia pela UFRJ e professor da pós-graduação em alergia da Uerj, as plantas filtram, parcialmente, o ar do ambiente. Porém, nos casos de crianças com histórico de alergia respiratória, as plantas podem influenciar indiretamente as crises por conta do aumento da umidade relativa do ar, dos fungos comuns na terra e do acúmulo de poeira nas folhas. Boechat também explica que no Brasil são raros os quadros alérgicos desencadeados por conta do pólen das plantas, com exceção do Sul do país.
Fonte: Luciana Ackermann - O Globo On Line - em 11/08/2008
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